Recepção
- 1 Cliente
- 2 Veículo
- 3 Relato
- 4 Vistoria de entrada
A ordem de serviço tem 4 fases e 11 passos. Cada fase é uma aba, e a OS abre sempre na fase atual. Em volta da OS ficam o veículo, o estoque, as compras, o fiscal e a equipe.
Em cada aba, o passo concluído mostra um resumo, quem fez e quando. O passo atual mostra o que falta e os botões para agir. O passo futuro mostra quem vai fazer.
A aba Histórico mostra tudo o que aconteceu na OS, em ordem. Um painel fixo ao lado mostra a etapa atual, o responsável, a data prometida e o valor aprovado. O valor fica oculto para quem não pode ver preço.
A recepção recebe o veículo no balcão. A OS ganha número quando a vistoria de entrada termina.
Nome, CPF, CNPJ, telefone ou placa no mesmo campo. Pela placa, o sistema já traz o veículo e o dono atual.
Nome, CPF ou CNPJ e WhatsApp. O resto se completa depois. A recepção já vê a situação financeira do cliente.
Aparecem a última passagem, as garantias vigentes e o que foi orçado e recusado da última vez.
Veículo com OS aberta aparece bloqueado. Se ele voltou para terminar um serviço que esperava peça, o sistema oferece abrir a mesma OS.
Texto com as palavras do cliente e botões com as queixas mais comuns. Também fica registrado se o veículo está rodando e quem o trouxe.
Quilometragem, combustível, estado de cada item e fotos. A foto do painel com o motor ligado é obrigatória. Quem entregou o veículo assina no tablet ou no celular.
Se a quilometragem digitada for menor que a da última passagem, o sistema avisa.
O eletricista levanta o defeito no tablet do box. A recepção monta o orçamento. O cliente aprova pelo celular.
O eletricista escolhe o box e inicia o levantamento. O tempo gasto fica apontado: vira serviço de diagnóstico, se a oficina cobra, ou custo interno.
Cada medição mostra a faixa esperada. O resultado sai na hora: dentro, atenção ou fora. Tudo fica gravado no veículo.
Os itens propostos já vêm com a variação da peça. A ficha elétrica do veículo sugere qual é a certa.
O orçamento nasce do levantamento. O consultor revisa preço, desconto e validade. Cada mudança antes da aprovação gera uma versão nova.
Cada peça mostra se está em estoque ou em que dia chega. O prazo usa o tempo médio e a pontualidade do fornecedor.
O cliente abre o link no celular, sem login, e aprova ou recusa cada item. Se recusar uma peça necessária para um serviço aprovado, o sistema avisa antes de confirmar.
Ficam gravados o nome, a data, a hora, o IP e o aparelho de quem aprovou. Aprovação por telefone fica registrada com o nome de quem atendeu.
Se falta peça, o cliente escolhe na aprovação se deixa o veículo ou leva e volta. A oficina pode recomendar uma das opções e dizer o motivo.
Itens recusados vão para a ficha do veículo, com a frase do cliente. Na próxima passagem, eles aparecem na recepção.
O cliente também escolhe o que fazer com as peças trocadas: levar ou descartar. O link vai pelas mensagens automáticas ou pelo WhatsApp do próprio atendente, quando o plano não tem mensagens automáticas.
O eletricista trabalha no tablet do box, numa tela de uma coluna com botões grandes. Ele vê só o carro dele e nenhum valor.
Cada serviço tem esses três botões, no tablet do box e na OS.
O cliente paga o tempo de tabela do serviço. O tempo apontado mostra a produtividade de cada eletricista.
O mecânico não registra retirada de peça. As peças aprovadas ficam reservadas até o fechamento.
Pedir uma peça que não estava no orçamento gera um aditivo. O cliente aprova, ou alguém autoriza dentro da própria alçada, com registro de quem autorizou.
Se o cliente leva o carro enquanto a peça não chega, a saída provisória registra data, quilometragem, quem levou, o que foi feito e o que falta.
Na volta, uma vistoria curta confere quilometragem, painel ligado e avarias novas. A OS volta para o quadro do box.
Tela do eletricista: placa, modelo, queixa em uma linha, serviço atual com cronômetro, serviços que faltam, peças separadas com a prateleira, lançar medição, foto, pedir peça e recado para o consultor.
Duas pessoas diferentes: o chefe de oficina confere as peças, e o financeiro fecha a OS. Depois vêm a entrega e o recebimento.
O chefe compara o que foi usado com o que foi reservado. Se sobrou, a diferença volta ao estoque. Se usou mais, o excedente só é cobrado com aditivo aprovado.
A reserva vira baixa do estoque, a NF-e das peças e a NFS-e dos serviços são emitidas e a cobrança é gerada.
Com a OS fechada, o cliente recebe o aviso de que o veículo está pronto para retirar.
Os mesmos itens da entrada, lado a lado com as fotos da chegada. Avaria que já existia fica marcada como anterior à entrada.
Nome, documento e assinatura de quem retirou. O sistema alerta se a quilometragem de saída passar de 20 km além da entrada.
A cobrança pode ficar em aberto depois da entrega, como num boleto. Na baixa, o sistema grava o valor cobrado, a taxa, o líquido e a data de crédito.
Sem notas fiscais no plano, o fechamento baixa o estoque e gera a cobrança, e a oficina emite as notas por fora.
O veículo é identificado pelo chassi. Cada passagem pela oficina aumenta o histórico dele.
A placa atual e as anteriores ficam guardadas, e a busca por qualquer uma encontra o veículo. A troca de dono também fica registrada, e o histórico técnico continua no veículo.
Tensão do sistema, bateria, alternador, motor de partida, imobilizador e itens instalados fora de fábrica. A ficha sugere a peça certa no orçamento.
Cada medição fica gravada. Dá para ver a mesma medição em várias passagens e notar o que está piorando.
Cada peça e serviço entregue ganha garantia em meses e em quilômetros. Vale o que vencer primeiro.
Cada passagem grava a quilometragem. O sistema calcula a média de km por dia e usa essa média para estimar o fim da garantia por km.
O que o cliente recusou fica na ficha, com a frase dele, para a oficina retomar na próxima passagem.
Veículos com chassi ou placa muito parecidos aparecem como possível duplicidade. Uma pessoa decide se junta os cadastros ou se são veículos diferentes.
Cada peça tem saldo, reservado e disponível. O saldo muda conforme a OS anda, sem ninguém lançar movimento no box.
O orçamento não mexe no estoque. A aprovação reserva. O fechamento baixa. O cancelamento devolve as peças ao saldo livre.
Um produto tem atributos, como tensão e potência. A oficina ativa só as combinações que vende. Cada variação tem saldo, prateleira e preço próprios.
Metro e litro como unidade. Estoque mínimo por item, lista do que está abaixo dele e das peças paradas há mais de 180 dias.
Na contagem, ao lado da quantidade contada aparece o que está reservado em OS em execução. Assim a diferença não vira ajuste errado.
Peça aprovada sem saldo vira pedido sugerido, ligado à OS e em destaque. Os pedidos de reposição, para peças abaixo do mínimo, ficam numa lista separada.
Vários fornecedores por item, com preço, prazo e pontualidade. Com o carro parado no box, entra na conta o custo de cada dia de espera. O sistema recomenda e quem compra decide.
A nota do fornecedor entra pelo XML. Cada item é ligado à peça certa uma vez, e o vínculo se repete nas próximas notas. A conferência física põe a peça no estoque e avisa o cliente.
Prazo médio e pontualidade são calculados pelas entregas dos últimos 12 meses. Retífica e bobinagem viram pedido de serviço ligado à OS, com ida e volta da peça.
Quando a peça é conferida, o sistema propõe dois horários nos dias com box livre e envia ao cliente. Sem resposta em 24 horas, vira tarefa de ligar.
Entrada manual e inventário estão em todos os planos. Sem compras por XML, a entrada de estoque é manual. Sem agenda com capacidade, o retorno fica como uma data simples na OS.
A cobrança da oficina ao cliente dela, com o valor líquido calculado em cada recebimento.
A mesma OS gera a NF-e das peças e a NFS-e dos serviços, no fechamento. A emissão é pela Plugnotas, com o certificado da oficina.
O ISS segue o município da oficina. Para cliente pessoa jurídica, o sistema verifica a retenção de ISS antes de transmitir a nota.
Boleto, Pix ou link de cartão pelo Asaas da própria oficina, com baixa automática quando o cliente paga. Sem o Asaas, a baixa é registrada à mão.
Conta corrente, maquininha, conta digital e caixa em dinheiro. O saldo de cada conta separa o que está disponível do que ainda vai entrar.
Cada forma de pagamento tem taxa, valor fixo e prazo de crédito, inclusive por número de parcelas. A tabela de taxas tem data de início, e cada baixa usa a taxa válida no dia.
Venda aprovada menos o custo das peças e o custo da mão de obra. Só quem pode ver custo e margem enxerga esse número.
Contas e taxas, com o cálculo do valor líquido em cada baixa, estão em todos os planos.
Funções prontas: recepção, eletricista, aprendiz, chefe de oficina, financeiro e proprietário. O proprietário ajusta as permissões de cada função.
Eletricista e aprendiz nunca veem preço de venda, custo ou margem, em nenhuma tela.
Quem trabalha no box entra com um PIN de 4 dígitos. O PIN só funciona nos tablets cadastrados para o box e só abre as telas do box.
Desconto e aditivo sem o cliente têm um limite em valor para cada pessoa. Acima do limite, o sistema pede quem pode aprovar.
Toda ação importante grava quem fez, quando e de onde. Isso aparece no histórico da OS e do veículo.
Perde o acesso e sai das listas de escolha. O histórico do que ele fez continua guardado.
O painel do dia mostra, por eletricista, as horas apontadas na semana contra as horas contratadas.
O limite de usuários do plano conta quem entra com senha. O acesso por PIN no tablet do box não conta.
As duas telas atualizam sozinhas.
O plano define quantas mensagens automáticas e quantos usos da Needed IA cabem por mês.
Link do orçamento, lembrete, data prometida, veículo pronto, cobrança e garantia perto de vencer. A oficina liga ou desliga cada mensagem.
Sem mensagens automáticas, um botão copia o link de aprovação e abre a conversa no WhatsApp do próprio atendente.
Veículo sem passagem há alguns meses recebe uma mensagem, com o que ficou pendente da última vez. A oficina define quantos meses.
Pelo relato e pelo histórico do veículo, a IA sugere medições e testes. No box, transforma a anotação ou a fala do eletricista em diagnóstico e sugere os itens.
Escreve para o cliente a explicação do problema em linguagem simples. Na ficha do veículo, resume garantias, pendências e medições que estão piorando.
A IA só sugere. Nada do que ela sugere entra na OS sem uma pessoa confirmar.
O plano gratuito tem a OS completa, o estoque, o veículo com histórico e a aprovação pelo celular.